quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MÓDULO 1 - ATIVIDADE : Tabela dos Níveis, Etapas e Modalidades da Educação:

Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth
Aluna: Rosilene de Lima

Tabela dos Níveis, Etapas e Modalidades da Educação:

Níveis
Etapas
Modalidades
Educação Básica
Educação Infantil
(0 a 5 anos – ed. Inf e pré escola)
Regular
Educação Especial
Educação Indígena
Ensino Fundamental
(a partir de 5 anos – pré escola e ens. Fund.)
e
Ensino Médio
Educação Especial
Educação Indígena
Educação Profissional
Educação a Distância
Educação de Jovens e Adultos
Educação Superior
Graduação
Especialização
Mestrado
Doutorado
Regular
Educação a Distância
Ensino Noturno


MÓDULO 1 - ATIVIDADE : RELAÇÃO DE ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE CIANORTE

Colégio Estadual Cianorte – E F M P

Curso técnico de formação para os funcionários da educação – Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth

Aluna: Rosilene de Lima













RELAÇÃO DE ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE CIANORTE







ESCOLAS MUNICIPAIS:



NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 ESC. MUN. CASTRO ALVES E I E F 424
2 ESC. MUN. CECÍLIA SATO E I E F 482
3 ESC. MUN. GAL ERNESTO GEISEL E I E F 287
4 ESC. MUN. GONÇALO MORENO GUTIERRES E I E F 290
5 ESC. MUN. JARDIM AEROPORTO E I E F 779
6 ESC. MUN. DOM JOÃO BOSCO E I E F 237
7 ESC. MUN. JOÃO BUENO DE GODOY E I E F 189
8 ESC. MUN. JORGE MOREIRA DA SILVA E I E F 179
9 ESC. MUN. LIDIA USUY OHI E I E F 412
10 ESC. MUN. LIOMAR GOMES E F 264
11 ESC. MUN. MARIA MONTESSORI E I E F 689
12 ESC. MUN. OVÍDIO LUIZ FRANZONI E I E F 382
13 ESC. MUN. VICENTE MACHADO E I E F 437
Disponível em: http://www4.pr.gov.br/escolas/frmPesquisaEscolas.jsp Acesso em: 11/08/08






ESCOLAS ESTADUAIS:



NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 COL. EST. DOM BOSCO E F M 667
2 COL. EST. PROF. CAIO MÁRIO MOREIRA  E F M 659
3 CEEBJA SAADA MITRE ABOU NABHAN E F M 1335
4 COL. EST. CIANORTE E F M N P 1581
5 COL. EST. IGLÉA GROLLMANN E F M 1039
6 COL. EST. ITACELINA BITTENCOURT E F M 1029
7 ESC. EST. PRINCESA IZABEL E F 713
8 COL. EST. JOSÉ GUIMARÃES E F M 931
9 COL. EST. PRIMO MANFRINATO E F M 927
10 COL. EST. SÃO LOURENÇO (DISTRITO DE S. LOURENÇO) E F M 405
11 ESC. EST. DE VIDIGAL (DISTRITO DE VIDIGAL) E F 131
Disponível em: http://www4.pr.gov.br/escolas/frmPesquisaEscolas.jsp Acesso em: 11/08/08






ESCOLAS  E CENTROS DE ED. INFANTIL PARTICULARES:
NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 ESC. ADVENTISTA E I E F 147
2 CENTRO ED. INF. ARTE DO APRENDER E I 125
3 COL. CEC – CENTRO EDUCACIONAL CIANORTE E I E F M 670
4 ESC. CONSTRUINDO O SABER E I E F 150
5 COL. DRUMMOND E I E F M P 798
6 CENTRO ED. INF. III JARDINS E I 40
7 ESC. EDUC. ESP. JOÃO PAULO I E ESP. 137
8 ESC. MUNDO ENCANTADO E I E F 150
Dados fornecidos pelas escolas em 11/08/08.








CENTROS DE ED. INFANTIL MUNICIPAIS E FILANTRÓPICO:
NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 CENTRO MUN. DE ED. INF. CRIANÇA FELIZ E I 95
2 CENTRO MUN. DE ED. INF. JOÃO E MARIA E I 95
3 CENTRO MUN. DE ED. INF. PEDRINHO E NARIZINHO E I 95
4 CENTRO MUN. DE ED. INF. SÃO FRANCISCO DE ASSIS E I 98
5 CENTRO MUN. DE ED. INF. CRIANÇA ESPERANÇA                           (DISTRITO DE SÃO LOURENÇO) E I 40
6 CENTRO MUN. DE ED. INF. PEQUENO PRÍNCIPE (DISTRITO DE VIDIGAL) E I 40
7 CEMIC SÃO JOSÉ (ENTIDADE FILANTRÓPICA) E I 350
Dados fornecidos pela Prefeitura Municipal de Cianorte em 11/08/08.







Tabela dos Níveis, Etapas e Modalidades da Educação: Lei 11274 de 06/02/06






Níveis  Etapas Modalidades
EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAÇÃO INFANTIL                    (0 A 5 ANOS) Regular
Educação Especial
Educação Indígena
ENSINO FUNDAMENTAL               (A PARTIR DE 6 ANOS)                                                                 ENSINO MÉDIO Educação Especial
Educação Indígena
Educação Profissional
Educação a Distância
Ed. de Jovens e Adultos
EDUCAÇÃO SUPERIOR GRADUAÇÃO           ESPECIALIZAÇÃO            MESTRADO                   DOUTORADO Regular
Educação Especial
Educação a Distância
Ensino Noturno

MÓDULO 1 - ATIVIDADE : Reflexão acerca do texto da p. 23 (unid II

Colégio Estadual Cianorte – E F M P
Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth
Aluna: Rosilene de Lima


Reflexão acerca do texto da p. 23 (unid II):

            Conforme nos remete Monlevade (2005), o primeiro pensamento que nos vem quando ouvimos falar em educação é a escola. Entretanto, a educação está presente nas diversas instituições sociais, tais como a família, a igreja, o clube, entre outras.
            Pensar em educação é pensar além, é verificar a gênese de toda e qualquer situação que gere aprendizagem. Como coloca Vigotski (1998), a aprendizagem precede o desenvolvimento. Neste sentido, vale ressaltar a importância do estímulo à aprendizagem desde a mais tenra idade, pois é em contato com as demais pessoas, por meio da interação social que a criança aprende (educa-se) e se desenvolve.
            Sendo assim, podemos entender que o convívio com diferentes pessoas das mais diversas esferas da sociedade, que por si provocam algum tipo de aprendizagem, gera educação.
            Insta salientar que, nesta perspectiva, entra o papel da família, de orientar a criança para que estabeleça relações com pessoas de boa índole, para que ela não seja educada de forma negativa, como também o papel dos profissionais da educação (funcionários de escolas), de estarem transmitindo para os alunos somente coisas positivas, em outras palavras, valores que os ajudarão a crescer como pessoa, como cidadãos.

Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Funcionários de escolas: cidadãos, educadores, profissionais e gestores. Elaboração: João Antônio Cabral de Monlevade. – Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005.: il. – (Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário ; 1).

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1998

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

TEXTO: Administração escolar de A a Z

JORNAL VIRTUAL GESTÃO EDUCACIONAL Ano 2 Nº 90 - 25/11/08


Administração escolar de A a Z

Ambiente agradável.
É importante que sua equipe pedagógica se entenda e conviva de forma harmoniosa. Procure investir nisso. Proponha happy hours, cafés da manhã, cursos básicos, rápidos e necessários para toda a equipe, como de ginástica laboral ou oratória, por exemplo. Una os professores em turmas, para que eles convivam mais de perto e tenham a chance de fazer amizades e trocar figurinhas.

Boas Férias. Durante o descanso de estudantes e professores das aulas normais, você fica com o espaço ocioso. Por que não disponibilizar as salas para quem quer fazer cursos de artesanato, pintura, yoga e coisas do gênero? É uma maneira de utilizar o espaço, aproximar a comunidade e chamar a atenção de ex, atuais e futuros alunos.

Cada um com a sua preocupação. Na hora de escolher a escola, os pais vão se interessar pelos gastos e os filhos, pelo cotidiano. Pode ser a família mais abastada da cidade, se a criança for mal recepcionada por professores, colegas ou não se adaptar, ela vai embora e não volta mais. Ofereça algo que ela só encontre na sua escola. Viagem, passeio, gincana, DVD. O estudante precisa sentir prazer em entrar na sua escola.

Diferencial além do preço. O preço mais baixo nem sempre é o mais considerado na hora de fazer negócio. Agregue valor a tudo o que estiver oferecendo. A idéia é fazer o cliente notar que estás ganhando muito com o investimento. Seja explícito, fale com propriedade sobre os benefícios que os alunos poderão ganhar estudando na sua instituição.

Evite falhas pessoais. Quando um professor erra, é muito mais por falta de planejamento que por falta de conhecimento e técnica. Isso quer dizer que só é preciso corrigir algumas pequenas falhas dos mestres, para que eles consigam render mais e melhor. Dê à sua equipe tempo para a organização de relatórios, preparação de aulas, correção de provas e encontro com pessoas. Ajude-os a organizar o tempo.

Feedback para a equipe
Positivo. Reconheça e encoraje as boas posturas de trabalho dentro da sala de aula. Isso ajuda o professor a fazer mais, a querer mais e a acreditar mais no próprio potencial.
Negativo ou de correção. Ajude o professor a aprimorar e desenvolver um determinado trabalho. Entenda que não tem nada a ver com dar “bronca” no pessoal. É apenas uma forma de direcionar e desenvolver os seus profissionais.

Gasto que não é gasto. Algumas empresas premiam funcionários que sugerem melhorias. Faça o mesmo com os pais dos seus alunos. Peça para sugerirem o que acreditarem ser de valia. Depois, presenteie os autores das melhores idéias com descontos. Além de envolver e agradar aos pais, esse programa fará maravilhas pela sua escola.

Hora da verdade. De que adianta citar o nome de um ex-aluno que deu certo na vida e creditar o sucesso dele à base oferecida pela escola se os alunos atuais não encontram tal base? O máximo que você vai conseguir é gerar a ira de seus clientes.

Inclusão de última hora. Mesmo que sua escola seja boa, eu o tratamento dado à equipe docente seja genial e todos se esforcem para o dia-a-dia ser recompensador, alguns de seus mestres vão embora em algum momento. Por isso, tenha sempre um “banco de reservas”. Entreviste gente, chame para dar aulas de reforço, revisão antes da prova, enfim, dê um jeito. O importante é testar possíveis novos colaboradores e ter o contato deles sempre à mão.

Já ouviu falar em pauta? Sempre que for realizar uma reunião com a sua equipe, faça uma pauta com todos os passos necessários para uma reunião produtiva e respeite-a. É importante que todos os participantes recebam uma cópia da pauta, pois assim, se alguém sair do foco, será logo trazido de volta por um colega.

Leve para casa. A internet serve para muitas coisas, uma delas é chegar mais perto de seus clientes. Organize uma lista de contatos com os e-mails dos pais de todos os seus alunos. Para eles, mande as notícias mais importantes da escola, como datas da reunião de pais e mestres, final de bimestre e passeio de final de ano das turmas. Disponibilize no site da instituição, um lugar só para os pais das crianças tirarem dúvidas.

Muita paixão e excelente trabalho. Qual a diferença entre um mero trabalhador que bate pontos e um profissional que deseja se superar a cada dia? A paixão, lógico. Seja esse segundo profissional, deseje fazer o seu melhor, lute, pense, inove, melhore, estimule quem estiver ao seu lado. É isso que faz a vida profissional valer a pena.

Objetivos da equipe. A finalidade de uma programação não deve contemplar apenas a escola e a longo prazo. Pergunte a sua equipe onde e como ela quer estar daqui a cinco anos. Leve-os a planejarem futuros brilhantes e lutarem por eles a cada dia.

Pese a satisfação. De tempos em tempos, faça um questionário com tudo o que é importante sobre sua escola. A competência dos professores, a limpeza dos banheiros, o trabalho da secretaria, o acervo da biblioteca, o horário das aulas, o barulho da construção ao lado. Seus clientes devem opinar sobre tudo. Depois de colher as informações, tome atitudes!

Quem sabe faz. Você contratou um novo professor no meio do terceiro bimestre e agora não acha tempo para treiná-lo. Os outros mestres também estão ocupados demais para a tarefa. E agora? Calma! Chame algum profissional qualificado para ser o tutor deste professor durante este tempo de adaptação.

Reformule suas contas. Não pague nada antes do vencimento, mande boletos bancários para a casa dos clientes com quinze dias de antecedência, renegocie contratos de longo prazo, não receba cheques de terceiros nem notas promissórias e não parcele dívidas a juros muito altos em muitas vezes. Prefira pagar à vista.

Sua excelência: o ouvido. Uma escola é uma mostra da comunidade. Por isso, todos devem ser estimulados a dar opiniões, apresentar críticas, cobrar esforços e elogiar resultados. Demonstre orgulho e amabilidade cada vez que alguém tomar a iniciativa. Ouça-os e ponha em prática o que eles propuserem. Seus funcionários têm o direito de opinar sobre o desenvolvimento da escola, afinal de contas, sem eles, não há educação, nem alunos, nem faturamento, nem emprego, nem desenvolvimento, nem...

Telefonista que não sabe falar. Muitos são os clientes que vão embora sem ao menos terem chegado de verdade. Isso porque é natural que o primeiro contato ocorra via telefone. Pode acontecer de o cliente querer algumas informações importantes sobre a escola e não ter suas dúvidas sanadas pela telefonista. O resultado? Ele passa para a próxima escola da lista, matricula o filho lá e ainda fala mal da sua escola.

Use o bom senso. Manter uma escola funcionando fica mais fácil quando se pode contar com ajuda. Investimentos financeiros nem sempre são suficientes, às vezes é preciso investir na intuição, no espírito de equipe, na confiança mútua, no respeito, no tratamento educado e cortês. Trabalhe sua ansiedade e permita que alguns membros de sua equipe criem asas e voem sozinhos. O dia-a-dia fica mais leve e os resultados, mais gratificantes.

Visita à vontade demais. Um problema enfrentado por quem faz reuniões e leva visitantes para participar delas é que o estranho pode querer se tornar a estrela do encontro. Para fugir disso, entregue a pauta da reunião para a pessoa e peça que, se ela quiser dizer algo, precisa se adequar à pauta e ser breve.

Xucro. Imagine um gestor que não sabe receber novos potenciais clientes e que ele é uma pessoa tão medrosa e nervosa que não consegue dar informação nenhuma sobre a escola. Fracasso na certa, não é? Então... para resolver o problema, contrate um professor de oratória e faça algumas aulas. Estudar teatro, fazer fonoaudiologia ou até terapia, podem resolver o seu problema. Só não vale desistir da profissão por conta da timidez.

Zona na hora certa. Ninguém agüenta ser sério o tempo todo. Você, gestor, também precisa de um tempo para fazer bagunça. Não é pecado, não é contra a lei, não mata nem machuca, muito pelo contrário. Descontração, brincadeira e risada são ótimos para aliviar o estresse e aumentar a criatividade. Invista nisso!

PUBLICAÇÕES: Módulos específicos

Técnico em gestão escolar

Trabalho Escolar e Teorias Administrativas
Gestão democratica nos sistemas e na escola
Legislação escolar
Técnicas de redação e arquivo
Contabilidade na Escola
Administração de materiais
Estatística aplicada à Educação

Técnico em multimeios didáticos

Teorias da comunicação
Biblioteca escolar
Laboratório
Oficinas culturais
Informática aplicada a educação
Informatica aplicada à arte

Técnico em alimentação escolar

Alimentação e nutrição no Brasil
Alimentação saudável
Políticas de alimentação escolar
Produção e industrialização de alimentos
Organizacao e oper de cozinhas escolares
Planejamento e preparo de alimentos
Cardápios saudáveis

Técnico em infra-estrutura escolar

Teorias do Espaço Escolar
Meio ambiente, sociedade e educação
Higiene e segurança nas escolas
Equipamento hidráulico
Equipamentos elétricos
Equipamentos e materiais didáticos
Tecnicas de construção

PUBLICAÇÕES: Formação Pedagógica

Todas as publicações listadas se encontram disponíveis para baixar através do link:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13155

Orientações Gerais

Funcionários de Escolas
Educadores e Educando
Homem, pensamento e cultura
Relações Interpessoais
Educação, sociedade e trabalho
Gestão da Educação Escolar
Informática Básica
Produção textual na educação
Direito Administrativo