terça-feira, 14 de setembro de 2010

RELATÓRIO CONCLUSIVO DA PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADA DA FORMAÇÃO TÉCNICA


Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário – Turma 03
Professora Pedagoga Tutora: Valquíria Charles
Professor da Formação Específica: Maicon Canuto
Aluna: Rosilene de Lima
Referência: Bloco 2 - Formação Técnica



RELATÓRIO DA PRÁTICA PROFISSIONAL SUPERVISIONADA DA FORMAÇÃO TÉCNICA


Assunto: Relatório das Atividades Práticas desenvolvidas nos Estabelecimentos de Ensino.

Objeto da Apuração: Atividades Práticas Profissionais Supervisionadas  

Local: C. E. Prof° Caio Mário Moreira - EFM, E. E. Princesa Izabel - EF e C. E. Cianorte EFMNP

Período: Abril de 2009 a maio de 2010


Senhora Tutora do Curso Profuncionário Multimeios Didáticos:

                Este relatório objetiva demonstrar os resultados das atividades práticas desenvolvidas nos estabelecimentos de ensino: Colégio Estadual Professor Caio Mário Moreira, no qual trabalho e Escola Estadual Princesa Izabel, na qual realizo o estágio. As atividades desenvolvidas têm como referência o Bloco da Formação Específica, constituído por dez módulos descritos a seguir juntamente com as atividades desenvolvidas:


Módulo 7: “Informática Básica” de João Kerginaldo Firmino do Nascimento. Nesse módulo foram realizadas as seguintes atividades práticas: Conhecendo essa máquina o computador e seus componentes; Sistema operacional Linux – Histórico; Área de trabalho: Ícones, barra de tarefas. Personalizar a área de trabalho. Configurar área de trabalho. Fundo de tela, plano de fundo, protetor de tela. Criar pastas. Formas de seleção. Copiar arquivos, mover arquivos, apagar arquivos; Editor de texto Writer do software BrOffice.org. Digitação do texto Profuncionário. Modificando o texto. Titulo tamanho da letra 14, negrito. 1º Parágrafo, entre linhas 1,5. 2º Parágrafo, mudar fonte para arial. 3º Parágrafo, mudar para cor verde escuro. 4º Parágrafo mudar o tipo de marcador. 5º e 6º Parágrafo, mudar para duas colunas. Inserir uma figura no texto; Elaboração de um glossário de palavras na linguagem digital. Apresentações com slides, utilizando o software livre BrOffice Impress; Utilizar texto escrito e imagens. Software livre Calc. Elaborar planilhas eletrônicas.


Módulo 8: “Produção Textual na Educação Escolar” de João Antonio Cabral de Monlevade. Para a realização da prática profissional supervisionada desse módulo consideraram-se as seguintes atividades: Elaboração de Carta; Pesquisa e coleta de documentos; Pesquisa e elaboração de Ofício/Requerimento/Memorando/Circular; Pesquisa e elaboração de Ata e Relatório; Pesquisa, tabulação e elaboração de Gráficos; Elaboração de Resumo.


Módulo 9: “Direito Administrativo e do Trabalho” de Walter Candido Borsato de Moraes. No nono módulo não foram realizadas atividades de prática profissional supervisionada.


Módulo 10: “Teorias da comunicação”, de Dante Diniz Bessa. No referido módulo não foram realizadas atividades de prática profissional supervisionada.


Módulo 11: “Audiovisuais: arte, técnica e linguagem” de Laura Maria Coutinho. Para esse módulo tivemos como atividades práticas: Reconhecimento do espaço físico, organização, utilização e implantação da biblioteca da escola de atuação e de estágio; Pesquisa em sites para análise de bibliotecas virtuais; Descrição dos processos manuais e informatizados de catalogação e controle na biblioteca da escola de estágio e de atuação; Elaboração de projeto para ser desenvolvido em biblioteca escolar; Visita ao jornal Tribuna de Cianorte; Análise sobre o desenvolvimento da imprensa, com ênfase ao processo de elaboração e impressão de um jornal escrito.


Módulo 12: “Biblioteca Escolar” de Graça Pimentel, Liliane Bernardes e Marcelo Santana. Como atividade prática desse módulo realizou-se o seguinte: Estudo sobre os diversos tipos de recursos multimeios e a utilização no trabalho em sala de aula; Levantamento de recursos audiovisuais disponíveis na escola de atuação e de estágio; Entrevista com professores para identificar as dificuldades e freqüência no uso dos recursos multimeios, com elaboração de análise e gráficos demonstrativos da escola de atuação e de estágio; Pesquisa sobre fatos históricos, da fundação a atualidade, com coleta de fotos e registros, para sistematização em formato de material e divulgação (folders) da escola de atuação e de estágio; Pesquisa sobre fatos históricos, da fundação a atualidade, com coleta de fotos e registros, para sistematização em formato de material e divulgação (folders) da escola de estágio e de atuação.

Módulo 13: “Laboratórios” de Joelma Bomfim da Cruz. Para a realização da prática profissional supervisionada desse módulo consideraram-se as seguintes atividades: Análise sobre a importância dos laboratórios escolares e o histórico da implantação em ambas as escolas; Reconhecimento do espaço físico, organização e utilização dos laboratórios de ciências/biologia/física/química em ambas as escolas; Elaboração de projeto a ser desenvolvido em laboratório de ciências/biologia/física/química de ambas as escolas; Reconhecimento do espaço físico, organização e utilização do laboratório de informática da escola de atuação e de estágio.


Módulo 14: “Oficinas Culturais” de Graça Pimentel, Liliane Bernardes e Jacinto Guerra. Para esse módulo tivemos como atividades práticas: Estudo sobre os patrimônios que fazem parte da cultura local (cidade e região); Descrição de patrimônios materiais/imateriais e pesquisa sobre os projetos culturais desenvolvidos em ambas as escolas; Elaboração de Projeto Cultural.


Módulo 15: “Informática aplicada à educação” João Kerginaldo Firmino do Nascimento. Nesse módulo foram realizadas as seguintes atividades práticas: Estudo sobre a classificação dos softwares, quanto aos objetivos de uso e às características, existentes na escola estágio e de atuação; Análise para sistematização de Projeto pedagógico com a utilização da internet; Elaboração de projeto sobre uma peça de teatro; Execução da 1ª parte do projeto: filmagem da peça de teatro; Execução da 2ª parte do projeto: edição do filme em software do Windows e Linux.


Módulo 16: “Informática aplicada às artes” de Suzete Venturelli e Lúcio Teles. Para a realização da prática profissional supervisionada desse módulo consideraram-se as seguintes atividades: Entrevista com professor de arte sobre as técnicas de gravura e a aplicação em sala de aula; Pesquisa sobre os programas e ferramentas de apresentação de multimeios para o sistema operacional Windows (Microsoft Office, Power Point e Paint) disponíveis na escola de PPS; Pesquisa sobre os programas e ferramentas de apresentação de multimeios para o sistema operacional Linux (Br. Office e Gimp) disponíveis na escola de PPS; Elaboração de projeto: animação digital com uso de fotografias e imagens; Execução da 1ª parte do projeto: coleta de fotografias digitais e imagens diversas; Execução da 2ª parte do projeto: tratamento e edição das imagens e fotografias para animação digital com uso de softwares do Windows e/ou Linux.


            Considera-se o bloco da Formação Técnica de extrema relevância, no que concerne à formação profissional em multimeios relacionada ao processo ensino aprendizagem. Nele são contemplados temas específicos do cotidiano escolar, bem como a realização prática dos mesmos. Entende-se que este tipo de formação vem garantir uma qualificação adequada aos Agentes Educacionais. Precisamos ter de forma clara as diferentes formas de contribuir com a educação tendo em vista a formação recebida. Desta forma será possível contribuir de maneira mais eficaz no processo de ensino-aprendizagem. Em posse de tais conhecimentos, é possível uma reflexão mais elaborada sobre a prática desenvolvida no cotidiano escolar e, consequentemente, uma atuação no sentido de viabilizar o construto teórico, o saber elaborado de nossos alunos.


            Nada mais havendo a relatar, atenciosamente,



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Rosilene de Lima
Cursista

terça-feira, 31 de agosto de 2010

MÓDULO 16 - MEMORIAL

Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário – Turma 03
Professores: Valquíria Charles de Freitas e Maicon Rogério Canuto
Aluna: Rosilene de Lima



MEMORIAL MÓDULO 16



Este memorial refere-se ao décimo terceiro módulo estudado no curso técnico de formação para os funcionários da educação (Profuncionário) em Multimeios Didáticos, cujo tema abordado foi “Informática aplicada às artes”, parte que integra o bloco de formação específica em multimeios didáticos. Com o referido módulo, finalizamos um longo período de estudos que nos capacita para uma melhor atuação como profissionais da educação.

Conforme estudamos no módulo anterior, a informática em sua dimensão educativa é um importante recurso pedagógico no âmbito escolar. Ela dinamiza o cotidiano escolar, tornando as aulas mais criativas, mais motivadoras e, como conseqüência, os alunos se mostram mais interessados, curiosos, com o desejo de conhecer o diferente, de aprender e fazer novas descobertas.

Aplicada às Artes, a relevância da informática não difere. A informática contribui para a ampliação da potencialidade das técnicas tradicionais de criação quanto à produção do trabalho, à conservação deste e sua distribuição à comunidade.

Neste módulo, estudamos as técnicas tradicionais da arte, entendendo a maneira como vem se criando a arte ao longo do tempo, por meio da história da arte. Essas técnicas foram importantes para o desenvolvimento dos meios de produção e comunicação artística, como a pintura rupestre, as técnicas de gravuras, etc.

Estudamos ainda, a arte digital, cuja importância nos foi explicitada por meio da relação entre a informática e as diferentes linguagens artísticas, como a fotografia, o cinema, o vídeo, a música, entre outras. Verificamos que as artes visuais têm um papel imprescindível nessa ligação arte x informática. Ela amplia a dimensão teórica e traz a experimentação, o palpável, o visível.

É relevante destacar, o estudo das ferramentas de apresentação de multimeios para o sistema operacional Windows, além do BR. Office e o Gimp, como recursos pedagógicos capazes de auxiliarem no fazer do professor. Nós, Agentes Educacionais, podemos, a partir do conhecimento e compreensão do uso dessas ferramentas, contribuir para que os professores possam incrementar as suas aulas, produzindo apresentações em slides, introduzindo músicas em suas apresentações, etc. O desenvolvimento desse trabalho só vem somar com o processo de formação dos nossos alunos. Isso implica numa melhoria das relações interiores da escola e, principalmente, no aumento do fator qualitativo da educação brasileira.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MÓDULO 16 - ATIVIDADE: Projeto de animação - Aprendendo a utilizar o Movie Maker

Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário – Turma 03
Professores: Valquíria Charles de Freitas e Maicon Rogério Canuto
Aluna: Rosilene de Lima
Referência: módulo 16

Projeto de animação com imagens utilizando o Movie Maker

1ª parte: elaboração do projeto
2ª parte: coleta de imagens e seleção da música
3ª parte: tratamento e edição das imagens
4ª parte: edição final do vídeo e postagem no you tube

Segue link do produto final:


MÓDULO 16 - ATIVIDADE: Técnicas de gravuras


Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário – Turma 03
Professores: Valquíria Charles de Freitas e Maicon Rogério Canuto
Aluna: Rosilene de Lima
Referência: módulo 16

Técnicas experimentais de gravura em sala de aula – Placa de isopor

Professora: Renata Oliveira




Obs.: Esta aula, na íntegra, encontra-se disponibilizada no endereço eletrônico abaixo:

Dados da Aula:


O que o aluno poderá aprender com esta aula
-Produzir gravuras a partir de temas orientados.
- Conhecer outra técnica experimental de gravura, com placa de isopor e desenho rebaixado.

Duração das atividades
4 aulas de 50 minutos cada

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Aulas do Portal do Professor intituladas "Técnicas de Gravura" e "Técnicas experimentais de gravura em sala de aula – Placa de papelão"

Estratégias e recursos da aula
Dando continuidade às discussões de técnicas experimentais sobre gravura, proponho que o professor trabalhe de outra forma que dá excelentes resultados. A utilização de placas de isopor com o desenho rebaixado gera ótimas gravuras e é uma técnica bastante acessível para os alunos.

Sugiro que nesta produção seja estabelecido um tema, para os alunos produzirem pautados por determinada orientação. Já tive a oportunidade de trabalhar duas vezes com esta técnica em escolas diferentes. Em uma foi usado como tema lendas do folclore brasileiro, em 2006, com alunos de sexta série. Em outra, trabalhamos com o tema Circo em 2009 também na sexta série, aproveitando uma visita a um circo de passagem pela cidade. Os trabalhos seguiram o roteiro abaixo:

-Inicie a aula comentando a técnica de gravura com placa de papelão/ imagem em relevo e ouça observações feitas pela turma sobre as dificuldades enfrentadas, aspectos positivos e negativos do trabalho. Então coloque a questão sobre a gravura com placa isopor, que ao contrário do papelão tem o desenho rebaixado. Isto significa que antes o que ganhava tinta era o relevo e não a placa e agora a placa será toda entintada e os rebaixamentos irão gerar áreas brancas. Dessa vez o desenho pode ser orientado por linhas, tal qual placas de metal como vimos, mas ao mesmo tempo, dependendo da forma como o aluno trabalha, o aspecto da impressão lembra muito as xilogravuras. A sugestão é que se use isopor de bandejas de frios. São placas mais finas, mas que garantem boa impressão e reutilizam um material que dificilmente é reciclado.

-O tema pode ser decidido de acordo com acontecimentos da cidade, região ou até mesmo na escola, associando a algum assunto trabalhado em outra disciplina, por exemplo. Os alunos devem desenvolver os desenhos, observando que, quanto mais detalhado e pensado, mais interessante é o resultado obtido. A mesma regra da inversão do desenho na placa, já utilizada na placa de papelão, vale aqui. O que muda é a forma de transferência, pois o isopor afunda se os alunos transferirem usando força. O ideal é usar o carbono, mas deve-se fazer o desenho de forma bem suave, reforçando com caneta hidrocor posteriormente.

Com o desenho invertido reproduzido na placa de isopor, inicia-se o processo de rebaixamento e sulcos na placa que podem ser feitos de duas formas:

-Os próprios alunos podem atuar na placa, rebaixando as partes com a lapiseira ou caneta. Está forma de fazer o afundamento é mais segura, mas costuma dar um acabamento menos cuidadoso à placa, já que o isopor resiste à entrada do instrumento o que pode ocasionar falhas.

-Com um prego apoiado em uma borracha é possível aquecê-lo em uma vela e passar pela placa, o que abre espaços sem falhas, já que o calor faz a placa derreter onde o prego encosta. Isto exige mão firme e perícia, além de ser perigoso para os alunos fazerem sozinhos. Se puder contar com auxilio de outro professor, estagiário ou bolsista em sala, é interessante deixá-lo acompanhando e auxiliando alguns alunos fazendo o processo de rebaixamento. De forma alguma deixe o aluno trabalhar sozinho neste procedimento, pois ele é perigoso e pode causar machucados e queimaduras se mal administrado.

Com a placa pronta, inicia-se o processo de impressão que é semelhante ao usado na aula com a placa de papelão. Cada aluno deve numerar e colocar nome nas folhas (em um mínimo de 4). Ao entintar a placa a folha deve entrar por cima. Eles podem usar paninhos secos para fazer pressão na folha contra a placa gerando a impressão. A questão da força continua valendo, tendo o aluno que achar um meio termo para não estragar a placa.

Seguem abaixo imagens de trabalhos produzidos por alunos a partir desta técnica:











MÓDULO 16 - ATIVIDADE: Aprendendo a utilizar o GIMP

Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário – Turma 03
Professores: Valquíria Charles de Freitas e Maicon Rogério Canuto
Aluna: Rosilene de Lima
Referência: módulo 16

Atividades realizadas no Gimp:
Obs.: Nesta atividade considerei mais vantajoso postar a vídeo aula preparada pelo nosso professor da parte específica, Maicon.

a) Animação com números 





b) Animação com o nome

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MÓDULO 15 - MEMORIAL

Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário – Turma 03
Professores: Valquíria Charles de Freitas e Maicon Rogério Canuto
Aluna: Rosilene de Lima


MEMORIAL MÓDULO 15


Este memorial refere-se ao décimo quinto módulo estudado no curso técnico de formação para os funcionários da educação (Profuncionário) em Multimeios Didáticos, cujo tema abordado foi “Informática aplicada à educação”, parte que integra o bloco de formação específica em multimeios didáticos.

Neste módulo, tivemos contato com a informática em sua dimensão educativa, um importante recurso pedagógico para a ambiência escolar. Conhecemos a história da implantação da informática no Brasil e traçamos um gráfico de seu desenvolvimento, das formas de adaptação para o uso das escolas, das técnicas que enriquecem o trabalho pedagógico dos professores, entre outros.

Avaliamos a importância da utilização do computador na escola como recurso pedagógico. A informática e a internet (especialmente) dinamizam o cotidiano escolar, tornam as aulas mais criativas, mais motivadoras e, como consequência, os alunos se mostram mais interessados, curiosos, com o desejo de conhecer o diferente, de aprender fazendo novas descobertas. É preciso, porém, que se faça uso dessas tecnologias de forma consciente, que desperte a criticidade e leve o aluno à mobilização, discussão e reflexão da sua relevância.

Entende-se que o funcionário de escola, hoje, no estado do Paraná, chamado de Agente Educacional II, tem um importante papel na difusão e/ou ampliação dos recursos que a informática pode oferecer para educação básica. O conhecimento dos procedimentos e técnicas que envolvem os recursos tecnológicos auxilia sobremaneira a organização do trabalho didático do professor. Entretanto, são poucos os profissionais capacitados para lidar com essas tecnologias, que manuseiam esses materiais e que podem transformar a informática em uma aliada no processo de ensino-aprendizagem. Há que se considerar o alargamento desse tipo de formação um desafio a enfrentar. Este curso que estamos fazendo é apenas o início daquilo que a educação realmente demanda.

MÓDULO 15 - ATIVIDADE: Roteiro do filme

Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário – Turma 03
Professores: Valquíria Charles de Freitas e Maicon Rogério Canuto
Aluna: Rosilene de Lima
Referência: Módulo 15

ROTEIRO DO FILME

(Nessa atividade filmamos a nossa peça teatral, que foi uma peça!!! Observamos que este é um roteiro muito simples, elaborado pelo nosso grupo, conforme pode ser observado nas fotos da execução do projeto. Foi muito divertido, uma brincadeira, digamos assim. Portanto, o roteiro abaixo não segue normas ou padrões científicos de elaboração, não devendo ser utilizado como parametro para tal.)

Profª: Bom dia!

Alunas: Bom dia!

Profª: Tudo bem com vocês?

Alunas: Tudo.

Profª: Vamos iniciar nossa aula. Vamos fazer a oração que a gente faz todo dia? Eu falo e vocês repetem depois de mim. Fabiana, agora não! Vamos fazer nossa oração. Eu sei que vocês já tiveram outro professor, mas agora vamos fazer nossa oração em silêncio e com respeito. Vamos lá então: “Senta aqui Jesus querido, reservei seu lugarzinho, quero ser um bom aluno e também seu amiguinho”.

Profª: Meninas!

Rose: atchim!

Isabel: A gripe suína aqui professora.

Profª: Então, nós vamos falar sobre isso também, é importante a gente falar sobre isso. O inverno está chegando, e eu vou ter que falar com vocês. Hoje eu preparei uma aula, assim,diferente, porque nós vamos dar um introdução a uma matéria diferente. Entre vocês às vezes surge assim, vocês ficam se cutucando uma à outra: “Ai professora, porque fulana não sei o quê”, e não pode ser assim. Então eu vou contar uma historinha para vocês hoje, aí depois eu quero que vocês me falam o que vocês entenderam ta? Rose, por favor querida, guarda seu materialzinho, escuta o que eu vou falar para vocês agora. Olha que lindo o que eu vou contar para vocês. É uma historinha (Fabiana, Jaqueline!) Olha que bonitinho, é uma historinha das princesas, e olha o titulo: “Até as princesas soltam pum.”. (risadas...) Vocês precisam prestar atenção. Se não prestar atenção, não vou conseguir fazer. Rose eu vou tomar seu caderno, eu vou tomar seu caderninho, depois não vou entregar.

Rose: Ta bom, ta bom.

Profª: Então vamos prestar atenção. Olha só a menininha chegou em casa e falou para o pai dela que lá na escola, todo mundo ficava tirando saro dela, porque um dia ela soltou um pum dentro da sala de aula, aí o pai dela falou assim: Não, eu vou explicar para você que até as princesas fazem isso. Então ele pegou um livro.

Isabel: Professora eu acho que essa menina é a Fabiana.

Fernanda: Eu também acho, ela é fedida.

Fabiana: Olha aí Professora eu vou bater nela.

Profª: Gente olha só... Vocês estão impossíveis hoje. O que está acontecendo?

Fernanda: É a chuva professora.

Profª: Eu acho que é a chuva.

Profª: Gente, olha, assim vai difícil dar aula para vocês, vou ter que chamar o pai e a mãe aqui.

Fabiana: Foi ela, foi ela, foi a Rose.

Rose: Me pai me bate, não pode.

Profª: Então presta atenção, senão...

Fernanda: Meu pai não vem aqui, ele ta preso.

Rose: Meu pai me bate.

Profª: Tá vendo como que é?

Fabiana: É bom mesmo, você é muito atentada.

Rose: O pai dela ta preso!!

Isabel: ééééééh?

Profª: O pai dela ta preso. Tem um motivo para ter acontecido isso, mas nem por isso deixa de ser pai dela. Não é verdade? A gente tem que respeitar, tem que respeitar.

Rose: Eu respeito.

Profª: Prof: Então ta bom.

Fernanda: Você vive me xingando.

Rose: Eu não, mas também você fica mexendo comigo.

Profª: Agora não ta. Então eu vou fazer assim oh, cada uma de você vai me contar...

Rose: Professora ela roubou minha caneta.

Fabiana: Eu não, ladrão é o pai dela.

Rose: Pode olhar lá.

Fernanda: Não, ele não é ladrão.

Profª: Gente, assim não vai dar. Assim não vai dar certo. Então nós vamos ter que mudar. Olha só, a historinha é bonitinha, então eu quero que cada uma de vocês me fale. Eu estou falando de uma história para gente falar das diferenças de um pro outro. Vocês acham que é interessante isso? O que vocês acham? A gente tem que respeitar um ao outro?

Isabel: Depende.

Profª: E porque que depende?

Isabel: A Fabiana eu não respeito.

Fabiana: Ai nojenta.

Isabel: Ela quer me bater.

Fabiana: Eu também não respeito você.

Profª: Se vocês pensam isso já desde pequeninhas, quando vocês chegarem lá na universidade, com que pensamento vocês vão estar?

Profª: Psssst, meninas, meninas. Vou fazer bilhetinho e vou mandar pro pai e pra mãe.
Jaqueline: Menos pra minha.

Rose: Professora, ela pegou, ela não quer devolver minha caneta.

Fernanda: A Jaqueline ta muito quieta.

Jaqueline: Eu sou quietinha.

Fernanda: A mãe dela educou a gente.

Fabiana: É porque ela é filha de professora.

Jaqueline: Isso, minha mãe é professora, minha irmã...

Rose: CDF, não come chiclé.

Profª: Olha só, nossa aula hoje. Agora eu vou pedir uma coisa pra vocês. Está encerrando a aula, eu vou pedir pra vocês chegarem em casa, conversar com o papai e com a mamãe, ou um responsável que cuida de vocês, falar sobre hoje, que eu comecei a falar sobre as diferenças, que a gente tem que respeitar os outros, e na próxima aula eu quero que cada uma de vocês venham e falem para mim uma experiência de vocês em casa. Vamos combinar assim então?

Profª: Então, até amanhã. Um beijo pra todas. Por favor, vão embora direitinho, tá bom?
Pssst! Vamos fazer assim: vamos levantar, vamos sair devagarzinho, ali pela porta ta.
Devagar, devagar. (Todos correm)
É isso aí, a nossa educação, infelizmente, hoje em dia está assim!