sábado, 9 de abril de 2011

O BRASIL ESTÁ ENTRISTECIDO...

Bom dia a todos!

Deixo expresso nesta oportunidade meus sentimentos, e, tenho certeza, de muitos outros que compartilham este blog, com relação à atrocidade ocorrida esta semana em uma escola do Rio de Janeiro. Proponho hoje pensarmos sobre este triste fato que envolve o ambiente educacional brasileiro. Para tanto, trago, na íntegra, uma reflexão muito pertinente realizada por Marcelo Augusto Araújo e publicada no Jornal Virtual (Ano 9 - Nº 209-08/04/2011):

 
Olá leitor,

Nesta triste semana de abril, que deixou todos nós – pais e educadores – chocados, o Jornal Virtual pergunta: que tipo de educação familiar recebeu esse ex-estudante a ponto de cometer tamanha atrocidade? Ele recebia carinho de seus pais adotivos e irmãos? Será que se um professor mais atento tivesse se aproximado desse jovem, enquanto aluno, seu destino teria sido outro? Qual a responsabilidade da escola diante do que aconteceu?

Deixamos aqui a frase de Oscar Wilde: “A melhor maneira de tornar as crianças boas é torná-las felizes.”

Boa leitura.


Os estudantes estão seguros na escola?

O ataque ocorrido na escola do Rio de Janeiro nesta semana nos faz pensar se nossos filhos estão seguros quando os deixamos na escola. Em primeiro lugar, todo o prestador de serviço tem o dever de guarda. Quando se prestam serviços de educação na qual a escola "recebe" a criança, esta terá que garantir todos os mecanismos de proteção existentes, seja contra quedas, tendo instalações compatíveis, seja contra professores despreparados ou alunos que cometam bullying. Assim, jamais se poderia admitir a entrada de um ex-aluno nas dependências da escola, ainda portando arma, e cometendo uma atrocidade de tamanha proporção. A escola é responsável, e solidariamente o Estado, como um todo, pois quem estava prestando serviço público era este.
     Ademais, insere-se neste contexto a problemática das armas, pois há alguns anos tivemos o estatuto das armas que retirou do cidadão a posse de qualquer armamento. Vozes que foram combatidas à época insistentemente defenderam que o problema das armas estava na fiscalização e não no porte. O noticiário irá dizer qual a origem das armas que cometeram tal brutalidade contra inocentes crianças. Mais uma vez, o Estado no sentido amplo da palavra é o responsável.
     As famílias deverão ser indenizadas pelo município do Rio de Janeiro, responsável pela escola. Todavia, cabe lembrar que qualquer recompensa monetária será pouco em relação às vidas perdidas. O mínimo que a Administração Pública deve fazer neste momento é amparar os familiares e tomar atitudes para que novas barbáries como esta não aconteçam em nossa pacífica nação. As indenizações, seja de âmbito moral ou material, levarão anos para serem discutidas e definidas na justiça, mas as famílias precisam neste momento de amparo. O choque que sofreram é incomparável a qualquer perda. Somente quem sente sabe o quanto dói a perda de um ente querido numa das fases mais maravilhosas da vida.
     A família do agressor é também uma vítima do sistema. Os motivos do crime ainda não foram esclarecidos e quem sabe jamais o serão. No entanto após uma investigação profunda das causas e consequências do crime, algumas evidentes, morte de crianças, os bens do agressor, se os tiver, ficarão à disposição da Justiça para reparar os danos e despesas sofridos pelas famílias. Porém, não é simples. Um processo penal deverá ser instaurado juntamente com o inventário, buscando verificar quais os bens do agressor.
     Tragédias como a ocorrida somente servem para demonstrar que a sociedade brasileira precisa realizar mudanças urgentes. A violência que pulula em nossas ruas, a falta de policiamento, a insegurança que se vive, agora também chegou às crianças. Vidas jovens foram perdidas. Algo deve ser feito e mudado. As causas precisam ser apuradas, pois ninguém pode ficar inseguro no momento de deixar seus filhos na escola.
     Texto do advogado Marcelo Augusto de Araújo Campelo, pós-graduado em Direito Público, especialista em Direito do Trabalho e Processual do Trabalho e pós-graduando em Direito Tributário e Processual Tributário.
E-mail: contato@rafaelasalomon.com.br

quinta-feira, 17 de março de 2011

MÓDULO 1 - ATIVIDADE : Pratique da p. 46 (unid 4)

Colégio Estadual Cianorte – E F M P
Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth
Aluna: Rosilene de Lima


Pratique da p. 46 (unid 4):

l  Sim. Sinto-me em um processo de educação contínua, permanente, pois em minha vida, meus estudos e especialmente em meu trabalho estou sempre aprendendo coisas novas ou reaprendendo coisas já conhecidas sob nova ótica.          
l  Falar em educação é muito amplo, visto que está presente nas mais diversas situações e relações que vivenciamos e estabelecemos em nosso dia-a-dia. Toda e qualquer situação que gere aprendizado, conseqüentemente gera educação.  
l  Em minha formação estão presentes conhecimentos e habilidades adquiridos com o curso de Pedagogia tais como: fundamentos educacionais; aspectos históricos e psicológicos da educação; metodologias de ensino de diversas disciplinas; estrutura e funcionamento da educação brasileira; apresentação de seminários, palestras e outros trabalhos, entre muitas outras que são possibilitadas por meio do curso. Conhecimentos como os que adquiri em minha pós-graduação em Educação Especial – Atendimento as Necessidades Educacionais Especiais, considero essenciais para a formação do ser humano e muito importantes não só para a área educacional, mas para todos os profissionais que interagem com diversos públicos.

Pratique da p. 48 (unid 4):

l  O que é perceptível na sociedade atual são os “traços curriculares” do capitalismo emergente. Uma sociedade que “educa” sua população para o trabalho, para a produção de mais-valia, exclusivamente para atender a elite. É um escravagismo mascarado, no qual os trabalhadores pensam ser livres, mas na verdade estão mais presos do que nunca.
l  Ouvi muito pouco sobre a palmatória, mas as notas de comportamento são da minha época de escola. Creio que existem outras formas mais inteligentes, mais criativas, de chamar a atenção dos alunos para o seu papel e concientizá-los da importância dos estudos para sua vida. Neste ponto, caímos na formação do professor e verificamos que ela não está dando conta de formar um profissional capaz de lidar com as situações  encontradas na sala de aula, não está suprindo as exigências que a sociedade atual tem demandado.
l  No meu entendimento, a visão sobre os funcionários de escolas vem se delineando de forma diferenciada, especialmente após promulgada a LDB 9394/96, a qual faz referência à uma gestão democrática e participativa. A partir desta lei houve importantes mudanças, vale ressaltar a elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola que passou a ser elaborado por todos os seguimentos nela presentes e inclusive pela comunidade escolar.
           

MÓDULO 1 - ATIVIDADE : Pratique p. 35 – Escola de Estágio

Colégio Estadual Cianorte – E F M P
Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth
Aluna: Rosilene de Lima


PRATIQUE (p. 35) – UNIDADE III

            A Escola Estadual Princesa Izabel – E F, na qual me apresentei como estagiária do curso Profuncionário, conta no presente ano letivo com os seguintes membros do Conselho Escolar:

Presidente: Rosângela Acosta Zucco;

e Representantes dos seguimentos e seus respectivos suplentes:

Equipe Pedagógica: Tânia Elias da Vinha Andrade e Líbia Aparecida Silva Linhares;

Professores: Roseli dos Santos Kaufmann e Leila Regina Cracco Scapin;

Funcionários Técnicos Administrativos: Marcos Cesar Batista de Freitas e Rodrigo Iakashi da Silva;

Funcionários de Serviços Gerais: Maria Aparecida da Silva Justo e Odair Manhani;

Alunos: Vinicius M. S. dos Santos e Maria Carolina Silva da Fonseca;

Pais: Edilson Manoel Martinez Pais e Evandro Peixe;

Grêmio Estudantil: Maria Fátima Marcato e Leandro Lobianco;

Comunidade: Luiz Henrique dos Santos e Armando Gomes Carreira;

APMF: Denis da Silva e  Valéria Lobianco.

l  O Conselho Escolar da Escola Estadual Princesa Izabel se reúne ordinariamente uma vez a cada mês e extraordinariamente quando necessário, visto que surgem, no decorrer do período letivo, várias questões que precisam ser decididas imediatamente e que devem ser tomadas com a participação de todos.
l  O Conselho Escolar da escola supracitada tem analisado e participado da elaboração da Proposta Política da Escola. Alguns de seus membros participam do Grupo de Estudos dos Conselheiros Escolares, oferecido pela Secretaria Estadual  de Educação, pois julgam ser de grande valia para o desempenho deste órgão.
l  Segundo a pedagoga e integrante do Conselho Escolar, Líbia Aparecida Silva Linhares, um exemplo de ação deste órgão, registrada em ata, é a aprovação da prestação de contas do PDDE, cantina escolar e festa junina, a atualização do patrimônio escolar, entre outras tantas ações envolvendo pais, professores e alunos.

MÓDULO 1 - ATIVIDADE : Pratique p. 35 – Escola de Atuação

Colégio Estadual Cianorte – E F M P
Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth
Aluna: Rosilene de Lima


PRATIQUE (p. 35) – UNIDADE III


            O Colégio Estadual Professor Caio Mário Moreira – E F M, no qual atuo como Técnico Administrativo, conta no presente ano letivo com os seguintes membros do Conselho Escolar:

Presidente: Rosalire Terezinha da Silva e Vice-Presidente: Rui Storini;

e Representantes dos seguimentos e seus respectivos suplentes:

Equipe Pedagógica: Rosângela Martins da Silva e Karla Cristina de Resende;

Professores: Rosani Natalice Bueno e Lucio Roberto Vaisvila;

Funcionários Técnicos Administrativos: Lídia Marta Bertanhoni Camacho Romanini e Rosilene de Lima;

Funcionários de Serviços Gerais: Moacir João Pires e Luzia Natalina Barbosa de Melo;

Alunos: Emerson Rufino de Oliveira e Adriele Barbosa da Silva;

Pais: Nizabete Batista dos Santos e Valdenir Domingos Galassi;

Grêmio Estudantil: Talita Regina de Campos e Thiago Vieira dos Reis;

Comunidade: Ary Paixão dos Santos e Edes Piagente.



l  O Conselho Escolar do Colégio Estadual Professor Caio Mário Moreira se reúne ordinariamente uma vez a cada mês e extraordinariamente quando necessário. Estas reuniões ocorrem para que todos os seguimentos que formam o Conselho Escolar conheçam os encaminhamentos da escola e tomem decisões importantes para o seu bom funcionamento. Um exemplo de ação deste órgão, que é máximo dentro da escola, é a decisão sobre os gastos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).
l  A avaliação do Projeto Político da Escola (PPE) é uma realidade no Conselho Escolar do Estabelecimento de Ensino citado. Este órgão tem demonstrado compromisso com a escola, participando inclusive de grupos de estudos aos sábados. Desta forma, os conselheiros não só avaliam o PPE como participam da sua elaboração.
l  Não trabalhei em outras escolas, mas estudei. Entretanto, quando estudava, não tinha conhecimento do funcionamento deste órgão.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MÓDULO 1 - ATIVIDADE : Tabela dos Níveis, Etapas e Modalidades da Educação:

Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth
Aluna: Rosilene de Lima

Tabela dos Níveis, Etapas e Modalidades da Educação:

Níveis
Etapas
Modalidades
Educação Básica
Educação Infantil
(0 a 5 anos – ed. Inf e pré escola)
Regular
Educação Especial
Educação Indígena
Ensino Fundamental
(a partir de 5 anos – pré escola e ens. Fund.)
e
Ensino Médio
Educação Especial
Educação Indígena
Educação Profissional
Educação a Distância
Educação de Jovens e Adultos
Educação Superior
Graduação
Especialização
Mestrado
Doutorado
Regular
Educação a Distância
Ensino Noturno


MÓDULO 1 - ATIVIDADE : RELAÇÃO DE ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE CIANORTE

Colégio Estadual Cianorte – E F M P

Curso técnico de formação para os funcionários da educação – Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth

Aluna: Rosilene de Lima













RELAÇÃO DE ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE CIANORTE







ESCOLAS MUNICIPAIS:



NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 ESC. MUN. CASTRO ALVES E I E F 424
2 ESC. MUN. CECÍLIA SATO E I E F 482
3 ESC. MUN. GAL ERNESTO GEISEL E I E F 287
4 ESC. MUN. GONÇALO MORENO GUTIERRES E I E F 290
5 ESC. MUN. JARDIM AEROPORTO E I E F 779
6 ESC. MUN. DOM JOÃO BOSCO E I E F 237
7 ESC. MUN. JOÃO BUENO DE GODOY E I E F 189
8 ESC. MUN. JORGE MOREIRA DA SILVA E I E F 179
9 ESC. MUN. LIDIA USUY OHI E I E F 412
10 ESC. MUN. LIOMAR GOMES E F 264
11 ESC. MUN. MARIA MONTESSORI E I E F 689
12 ESC. MUN. OVÍDIO LUIZ FRANZONI E I E F 382
13 ESC. MUN. VICENTE MACHADO E I E F 437
Disponível em: http://www4.pr.gov.br/escolas/frmPesquisaEscolas.jsp Acesso em: 11/08/08






ESCOLAS ESTADUAIS:



NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 COL. EST. DOM BOSCO E F M 667
2 COL. EST. PROF. CAIO MÁRIO MOREIRA  E F M 659
3 CEEBJA SAADA MITRE ABOU NABHAN E F M 1335
4 COL. EST. CIANORTE E F M N P 1581
5 COL. EST. IGLÉA GROLLMANN E F M 1039
6 COL. EST. ITACELINA BITTENCOURT E F M 1029
7 ESC. EST. PRINCESA IZABEL E F 713
8 COL. EST. JOSÉ GUIMARÃES E F M 931
9 COL. EST. PRIMO MANFRINATO E F M 927
10 COL. EST. SÃO LOURENÇO (DISTRITO DE S. LOURENÇO) E F M 405
11 ESC. EST. DE VIDIGAL (DISTRITO DE VIDIGAL) E F 131
Disponível em: http://www4.pr.gov.br/escolas/frmPesquisaEscolas.jsp Acesso em: 11/08/08






ESCOLAS  E CENTROS DE ED. INFANTIL PARTICULARES:
NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 ESC. ADVENTISTA E I E F 147
2 CENTRO ED. INF. ARTE DO APRENDER E I 125
3 COL. CEC – CENTRO EDUCACIONAL CIANORTE E I E F M 670
4 ESC. CONSTRUINDO O SABER E I E F 150
5 COL. DRUMMOND E I E F M P 798
6 CENTRO ED. INF. III JARDINS E I 40
7 ESC. EDUC. ESP. JOÃO PAULO I E ESP. 137
8 ESC. MUNDO ENCANTADO E I E F 150
Dados fornecidos pelas escolas em 11/08/08.








CENTROS DE ED. INFANTIL MUNICIPAIS E FILANTRÓPICO:
NOME DA ESCOLA ETAPAS Nº ALUNOS
1 CENTRO MUN. DE ED. INF. CRIANÇA FELIZ E I 95
2 CENTRO MUN. DE ED. INF. JOÃO E MARIA E I 95
3 CENTRO MUN. DE ED. INF. PEDRINHO E NARIZINHO E I 95
4 CENTRO MUN. DE ED. INF. SÃO FRANCISCO DE ASSIS E I 98
5 CENTRO MUN. DE ED. INF. CRIANÇA ESPERANÇA                           (DISTRITO DE SÃO LOURENÇO) E I 40
6 CENTRO MUN. DE ED. INF. PEQUENO PRÍNCIPE (DISTRITO DE VIDIGAL) E I 40
7 CEMIC SÃO JOSÉ (ENTIDADE FILANTRÓPICA) E I 350
Dados fornecidos pela Prefeitura Municipal de Cianorte em 11/08/08.







Tabela dos Níveis, Etapas e Modalidades da Educação: Lei 11274 de 06/02/06






Níveis  Etapas Modalidades
EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAÇÃO INFANTIL                    (0 A 5 ANOS) Regular
Educação Especial
Educação Indígena
ENSINO FUNDAMENTAL               (A PARTIR DE 6 ANOS)                                                                 ENSINO MÉDIO Educação Especial
Educação Indígena
Educação Profissional
Educação a Distância
Ed. de Jovens e Adultos
EDUCAÇÃO SUPERIOR GRADUAÇÃO           ESPECIALIZAÇÃO            MESTRADO                   DOUTORADO Regular
Educação Especial
Educação a Distância
Ensino Noturno

MÓDULO 1 - ATIVIDADE : Reflexão acerca do texto da p. 23 (unid II

Colégio Estadual Cianorte – E F M P
Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário
Professora: Aurineide Maria Moreira Hauth
Aluna: Rosilene de Lima


Reflexão acerca do texto da p. 23 (unid II):

            Conforme nos remete Monlevade (2005), o primeiro pensamento que nos vem quando ouvimos falar em educação é a escola. Entretanto, a educação está presente nas diversas instituições sociais, tais como a família, a igreja, o clube, entre outras.
            Pensar em educação é pensar além, é verificar a gênese de toda e qualquer situação que gere aprendizagem. Como coloca Vigotski (1998), a aprendizagem precede o desenvolvimento. Neste sentido, vale ressaltar a importância do estímulo à aprendizagem desde a mais tenra idade, pois é em contato com as demais pessoas, por meio da interação social que a criança aprende (educa-se) e se desenvolve.
            Sendo assim, podemos entender que o convívio com diferentes pessoas das mais diversas esferas da sociedade, que por si provocam algum tipo de aprendizagem, gera educação.
            Insta salientar que, nesta perspectiva, entra o papel da família, de orientar a criança para que estabeleça relações com pessoas de boa índole, para que ela não seja educada de forma negativa, como também o papel dos profissionais da educação (funcionários de escolas), de estarem transmitindo para os alunos somente coisas positivas, em outras palavras, valores que os ajudarão a crescer como pessoa, como cidadãos.

Referências:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Funcionários de escolas: cidadãos, educadores, profissionais e gestores. Elaboração: João Antônio Cabral de Monlevade. – Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Educação a Distância, 2005.: il. – (Curso técnico de formação para os funcionários da educação. Profuncionário ; 1).

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1998